Sutiãs para todos tipos de busto

O sutiã é uma das peças preferidas de toda mulher, muitas vezes eles causam desconforto se não forem corretos, veja qual é o seu tipo ideal de sutiã:

Busto grande – são a grande sensação do momento, mas há quem se incomode com isso, então procure utilizar sutiãs com alças largas, decotes mais fechados, reforço em tecido ou elástico largo embaixo do bojo ou recorte horizontal ou vertical no bojo para dar maior profundidade.

Busto pequeno – para valorizar o busto e “aumentá-lo” procure modelos com decotes mais abertos, além das opções como os modelos com enchimento ou o superlançamento Wonderbra.

Busto flácido – você não precisa fazer uma plástica para torná-los firmes novamente. Já que a gravidade não perdoa a solução é apostar em bons modelos que valem para bustos grandes ou pequenos. Os sutiãs devem te alças em tecido grosso, com pouca elasticidade, arcos de ferro ou plástico, reforço embaixo do bojo.

Lingerie Inverno 2009 – Tendências para a moda Íntima

Luxuosa, símbolo de sensualidade e beleza, a lingerie faz parte de um segmento que brinca com as sensações e o imaginário de homens e mulheres. A moda íntima já não é mais apenas a roupa de baixo, definitivamente se tornou um artigo de moda, algo que faz a mulher se sentir mais bonita e atraente. Por esse motivo, as peças de lingerie não escapam às tendências. No inverno 2009 a moda íntima vem para arrasar!

No inverno 2009, a lingerie aparece com um aspecto estruturado, com inspirações no neo-punk, no gótico, no barroco, no grunge e nos étnicos. Surgirá com elementos de jaqcuard e referências dos anos 50 aos 80, passando pela elegância de Jackie Kennedy, romantismo gótico, influências militares, grafismos e estruturas.

As cartelas de cores do inverno 2009 incluem tons como o areia, ouro velho, pólen, amarelo queimado, verde musgo, azul, rosa antigo, coral, o branco e os metalizados, mas não tem jeito, os clássicos da lingerie sempre permanecem fortes: o preto e o vermelho são preferências claras, unindo-se, agora, ao roxo.

A cor favorita do outono/inverno vem com tudo, o preto é incluído em todas as coleções. As marcas acrescentaram um sex appeal nas suas peças negras, com um toque de rendas, tecido muito popular para a estação. Estilos de taça em tamanhos maiores foram concebidos para levantar e aumentar os seios pequenos e dar mais sensualidade ao look.

O vermelho ilumina o inverno 2009, desempenhando um papel crucial. Algumas marcas têm suavizado os quentes tons de escarlate com coral e matizes mais leves de vermelho, enquanto outras acrescentam formas geométricas e bordados florais, inspirados no Art Nouveau, para dar textura à peça.

O roxo também é tendência no segmento de lingerie para o inverno 2009. As nuances passam do delicado bordado lilás até o profundo e brilhante berinjela, passando pelo suave lavanda e rico tom de ameixa.

Sutiãs moldados harmoniosamente dão um toque nessa estação, bem como os detalhes em veludo e bordados. Laços, estampas, cristais e tons puros de roxo e dourado contribuem para o glamour do inverno 2009.

O luxo suntuoso também é tendência nesta temporada, com muitos materiais opulentos. As finas rendas francesas são misturadas a rendas com elastano, para proporcionar conforto. Detalhes de cetim e veludo dão um certo ar glamoroso à lingerie e os tules dão um toque suave ao look.

Das básicas até as mais elaboradas e luxuosas peças, a lingerie é indispensável ao guarda-roupas de qualquer mulher. Aproveite o inverno 2009 para usar e abusar da beleza da moda íntima, afinal, qual é a mulher que não gosta de se sentir bonita, mesmo embaixo de uma espessa camada de roupas?

Manuela Casali Cordeiro  -  Fonte: Portais da Moda

A história da lingerie feminina

A Recco contribui para deixar mais bonita a lingerie feminina

A Recco contribui para deixar mais bonita a lingerie feminina

Por CLAUDIA GARCIA

Várias peças e acessórios usados pelas mulheres compõem o que chamamos de lingerie, as conhecidas roupas de baixo. Formada por calcinhas, sutiãs, cintas-ligas, espartilhos e algumas outras peças, a lingerie desperta todo tipo de fantasias. Segundo Freud, a relação do erotismo com as roupas íntimas nada mais é do que o fetiche, ou feitiço. Isso acontece quando a satisfação pessoal se dá através de objetos ou ornamentos.

O cinema e as revistas também ajudaram a criar um clima de sedução e fantasia, despindo as musas de suas roupas e deixando-as apenas com suas roupas de baixo, cada vez mais bonitas e elaboradas.

A lingerie passou por uma série de transformações ao longo do tempo, acompanhando as mudanças culturais e as exigências de uma nova mulher que foi surgindo, principalmente durante o século 20. A evolução tecnológica possibilitou o surgimento de novos materiais, que tornou a lingerie mais confortável e durável, duas exigências da vida moderna.

Desde o tempo das vestes longas, usadas até pouco depois da Idade Média, passando pela ostentação dos séculos 17 e 18, quando era usado um verdadeiro arsenal de acessórios por baixo das grandes saias femininas, até o início do século 20, a mulher sofreu horrores em nome da beleza e da satisfação masculina.

Os espartilhos, usados por mais de quatro séculos, causava sérios problemas à saúde, além do desconforto e da obrigação de ostentar uma “cinturinha de vespa”. Os seios, foco da atenção por muito tempo, eram forçados para cima através dos cordões apertadíssimos dos espartilhos. Também as calcinhas, como são atualmente, passaram por drásticas mudanças. No século 19, eram usadas ceroulas, que iam até abaixo dos joelhos. O surgimento da lycra e do nylon permitiu uma série de inovações em sua confecção, que possibilitou até a criação de um modelo curioso nos anos 90: uma calcinha com bumbum falso, que contém um enchimento de espuma de nylon de vários tamanhos e modelagens.

Um acessório sensual muito usado na década de 20 foi a cinta-liga, criada para segurar as meias 7/8. Dançarinas do Charleston exibiam suas cintas-ligas por baixo das saias de franjas, enquanto se sacudiam ao som frenético das jazz-bands. Ainda nos anos 30, a cinta-liga era o único acessório disponível para prender as meias das mulheres, que só tiveram as meias-calças à sua disposição a partir da década de 40, com a invenção do náilon em 1935.

Espartilhos, meias de seda 7/8, ligas avulsas presas às cintas, continuaram sendo usados por muitas mulheres, mas não mais por uma imposição ou falta de opções, mas por uma questão de estilo ou fetiche, já que esses acessórios se tornaram símbolos de erotismo e sensualidade na sociedade ocidental.

A lingerie atravessou o século 20 sempre acompanhando a moda e as mudanças de comportamento. Quando a moda eram roupas justas e cinturas marcadas, lá estava o sutiã com armações de metal, cintas e corpetes para moldar o corpo feminino. Na década de 60, com a revolução sexual, o sutiã chegou até a ser queimado em praça pública, num ato pela liberdade feminina. Uma geração de mulheres afirmava, em 1980, não usar nada por baixo das camisetas ou de seus jeans, mas os tempos mudaram e a moda trouxe tantas novidades em cores, materiais e estilos, indo do esportivo todo em algodão, ao mais sofisticado modelo em rendas e fitas, que as mulheres chegaram a gastar mais em roupas de baixo do que em qualquer outro item de guarda-roupa ainda durante os anos 80.

A indústria de lingerie, que continua crescendo, aposta agora em alta tecnologia. É possível encontrar no mercado desde o espartilho no mais clássico modelo renascentista até o sutiã mais moderno, recheado de silicone, a última novidade.

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