Roupa íntima está sempre na moda

Quando vemos uma mulher bonita com um vestido de seda de festa sensual, que revela as suas curvas sem marcar nada logo pensamos: o que será que ela está usando por baixo?

Mesmo que a lingerie seja parte de uma moda na maioria das vezes invisível, nem por isso ela deixa de ser menos importante, e não deve ser subestimada, pois embaixo daquele vestido sedutor o que mantém a autoconfiança da mulher é um conjunto confortável, firme e bonito. As roupas intimas também tem seu espaço na indústria da moda que não para de crescer, existem conjuntos de lingeries apropriados para cada atividade e cada ocasião especial, que vão desde peças minúsculas e muito sensuais até outros com modelagem apropriado para a prática de esportes, para gestantes, para pessoas mais gordas, e também para dormir. A moda intima também varia de acordo com a idade do seu público, e assim como as roupas “de cima” as roupas “de baixo” tem modelagens e estampas infantis, juvenis, para adolescentes, a moda para mulheres adultas e também para mulheres mais velhas.

Assim como os demais segmentos da moda, acontecem ao redor do mundo eventos em que são apresentadas as tendências para as próximas estações em roupas intimas e as principais empresas do ramo fazem pesquisas e buscam as preferências e as tendências das próximas estações. Nesse contexto a marca que usa o fio Lycra® elaborou uma nova cartela com cores que destacam temas como a natureza, o romance, o escultural, o artístico entre outros. A marca desenvolveu para cada segmento uma cartela de cores diferentes que na próxima estação já estarão a disposição nas principais redes de lojas de lingeries do Brasil, e além das novas cores vem trazendo peças com um fio extra fino, desenvolvido com alta tecnologia da indústria têxtil e que possibilita uma aderência completa ao corpo da mulher linda, com o uso de um tecido mais sedoso. Para completar o visual moderno e confortável das peças a fita 2.0 substitui a costura em muitas peças.

Quanto aos modelos e cores, as coleções de lingerie que estiveram nas passarelas do Brasil e do mundo da moda tem muito branco, mas para quem gosta de cores fortes, elas também estão presentes. Tecidos cada vez mais desenvolvidos criam peças com um acabamento perfeito, peças com cetim, bordados, estampas lindas, florais e uma profusão de cores que conferem as lingeries um acabamento brilhante. As coleções são desenvolvidas com a preocupação de atender as necessidades dos consumidores assim ao lado e peças românticas e rebuscadas com rendas, babados e fitas, tem peças lisas e praticas, junto com outras sensuais com cores fortes, transparências e peças minúsculas, mas o que marca todas as coleções é a qualidade dos tecidos cada vez mais confortáveis e funcionais, que conferem uma sensação de frescor e liberdade.

Thiago Augusto

Esqueça as velhas calcinhas de algodão

Lingerie sexy, cheia de bordados, rendas e laços se contrapõe às mais ingênuas nesta temporada. Saiba quais as novidades em moda íntima

lingerie preta sensualEmbora para muitas mulheres a roupa íntima seja algo sem importância, apenas uma peça útil, é, na realidade, uma das maiores armas de sedução. Um sutiã mal escolhido pode mudar totalmente a percepção da silhueta da mulher, e o mesmo acontece com calcinhas com costura, que marquem ou fiquem pequenas.

As tendências de lingerie têm importância. Esqueça as calcinhas de algodão grandes e confortáveis que sempre usou. Para cada idade e circunstância, há peças íntimas adequadas.

A roupa íntima sem costuras é mais uma aliada das mulheres. Acabou a história de ficar com calcinha marcando a roupa, o que, além de criar um efeito totalmente antiestético, dá a impressão de aumentar a silhueta. A lingerie sem costura pode ser usada com roupas apertadas, transparências, leggings ou shorts. As calcinhas fio-dental também fazem bem esse papel, eliminando por completo o contorno da peça.

No armário não podem faltar roupas íntimas sexy. Abuse de transparências, tules, rendas, bordados, babados… Vai esbanjar sensualidade.

A evolução das lingeries no século XX

Com o início dos chamados “loucos anos 20″, as liberadas jovens usavam vestidos mais curtos, com decotes nas costas e braços. Elas não queriam exibir seios opulentos, então usavam sutiãs especiais ou corpinhos, que achatavam o busto.

Na verdade, eram como faixas, amarradas nas costas, feitas com um pedaço de tecido leve, como cambraia ou crepe. Nessa época, as roupas de baixo eram brancas, pretas, bege ou cor-de-rosa. No início dos anos 30, o estilo “garçonne” saiu de moda e a silhueta feminina voltou a ser valorizada.

Começaram a surgir tecidos elásticos, feitos com o látex, o que permitiu a fabricação de modelos mais confortáveis e uma maior diversidade de tamanhos.Os irmãos Warner inventaram vários modelos revolucionários de sutiãs, como o feito com um tecido elástico nos dois sentidos, em 1931.

Mais tarde, criaram os bojos de profundidade variável e as alças elásticas.Em 1935, para aumentar os seios, surgiram os bojos com enchimento, e, em 1938, apareceram os sutiãs de armação, que deixavam os seios mais protuberantes. A atriz Mae West foi o símbolo dos seios acentuados, durante os anos 20 e 30.Em 1939, surgiu um modelo de sutiã com bojos mais fundos e pespontos circulares, que deixavam os seios pontudos e torneados. Foi um verdadeiro sucesso de vendas, chegando ao seu auge na década de 50.Após a Segunda Guerra Mundial, o náilon, desenvolvido em 1935, começou a fazer parte da produção de roupas íntimas. Com ele, foi possível fabricar sutiãs leves, resistentes e com brilho.

Dior e seu “New Look”, trouxeram, no pós-guerra, a valorização das formas femininas. A moda era os “seios-globo”, bem erguidos. A estética vigente era das “pin-ups”, traduzida nas formas de algumas atrizes, como Jane Russel e Sofia Loren. Surgiram, então, modelos de sutiãs, como o “very secret”, de náilon, feito com almofadas de ar muito finas, para aumentar os seios pequenos.Em 1955, foram criados novos modelos de renda preta e o sutiã peito-de-pombo, que aproximava os seios, deixando-os estufados.

No início dos anos 60, o alvo dos fabricantes eram as jovens consumidoras, as adolescentes. Foram lançados modelos mais simples e delicados. Esse novo conceito influenciou toda a linha de lingerie dessa época.

Em 1960, foram finalmente criadas as alças elásticas reguláveis, abolindo os colchetes, que eram usados por dentro das roupas para prender os sutiãs.Com a revolução sexual dos anos 60 e 70, as mulheres se permitiram não usar mais os sutiãs, último símbolo de repressão após os apertados espartilhos. Em 1968, algumas feministas queimaram seus sutiãs em frente ao Senado, em Washington, nos EUA. A moda era seios pequenos e atitude, que trouxeram sutiãs naturais, leves e transparentes, dando a impressão de nudez. A partir dos anos 80, a indústria de lingerie viveu uma verdadeira explosão de tecnologia com o surgimento da lycra, que pode ser confeccionada com materiais mais finos e delicados.

Combinada em pequenas proporções a qualquer fibra natural, a lycra permite o ajuste perfeito. A última grande mudança no conceito do sutiã foi o “outwear”, usado para fora, na forma de bodys, bustiês, corpetes e sutiãs como roupas de sair. Madonna foi uma das primeiras a lançar essa moda, ainda no começo de sua carreira. Com o surgimento da lycra, das microfibras e outros novos tecidos, como rendas e algodões elásticos, cores e estampas, os sutiãs chegaram a um nível de sofisticação, qualidade e conforto nunca vistos. Pode-se, hoje, levantar, aumentar, aproximar ou separar os seios apenas usando o sutiã certo.

A história dos espartilhos começa por volta do segundo milênio antes de Cristo. Em Creta, as mulheres usavam um corpete simples que sustentava a base do busto, projetando os seios nus. Essa “moda” era inspirada na Deusa com Serpentes, ideal feminino da época.
No século 14, a preocupação era dar forma à porção central do corpo, por isso, homens e mulheres usavam faixas apertadas em volta do corpo.

Até a Idade Média, os seios eram sustentados por corseletes, uma espécie de colete justo, que eram usados por cima de camisas e amarrados nas costas. Com o tempo, essa peça tornou-se mais rígida e pesada, até o surgimento do espartilho propriamente dito.
No século 18, o uso de barbatanas de baleia deixaram as hastes mais flexíveis e os espartilhos menos rígidos. Já no final do século, a haste central foi substituída por várias barbatanas.

O novo espartilho comprimia os seios por baixo e deixava-os mais evidentes sob os decotes.

Nos anos 20, as roupas íntimas eram formadas por um conjunto de cintas, saiotes, calcinhas, combinações e espartilhos mais flexíveis. E a lingerie passou a ter outras cores, além do tradicional branco.

Em 1930, a Dunlop Company inventou um fio elástico muito fino, o látex. A roupa de baixo passou a ser fabricada em modelagens que respeitavam ainda mais a diversidade dos corpos femininos.

A partir de 1938, a Du Pont de Nemours anunciou a descoberta do náilon. E as lingeries coloridas, finalmente, tornam-se bem populares. Mas em 1939, com o início da Segunda Guerra Mundial, o nylon saiu do setor de lingerie e foi para as fábricas de pára-quedas.

O declínio do espartilho se dá na Primeira Guerra Mundial. Com os homens ocupados, lutando na frente de batalha, as mulheres foram convocadas a assumir os trabalhos nos campos, nas cidades e nas fábricas.

O trabalho operário exigia espartilhos menores, mais confortáveis e simples. Além disso, a burguesia não contava mais com grande criadagem, o que fez com que as damas optassem por modelos de corpetes mais simples e fáceis de vestir.
Os espartilhos foram substituídos por cintas. Os seios, porém, precisavam de algum suporte, já que o espartilho também servia para erguê-los. Surge, assim, o sutiã.

Em 1947, com o “New Look”, de Christian Dior, que valorizava as formas do busto e cintura fina, os espartilhos voltaram a ser usados. Nessa época, o estilista francês Marcel Rochas criou um modelador cintura-de-vespa que foi um grande sucesso.
No final dos anos 50 e início dos 60, os fabricantes começaram a se interessar pelas consumidoras mais jovens. A Lycra foi lançada com sucesso, pois permitia os movimentos. A lingerie passou a ter diversos tipos de modelagens, embora, na maioria, ainda mantivesse os sutiãs estruturados.

No final dos anos 70 e início dos 80, a inspiração romântica tomou conta da moda. Cinta-liga, meias 7/8 e corseletes, sem a antiga modelagem claustofóbica, voltaram à moda. Rendas, laços e tecidos delicados enfeitavam calcinhas e sutiãs.
Na década de 80, os corpetes com barbatanas, que realçam o corpo, voltaram a ser apreciados. Já no início dos anos 90, com o fetichismo em moda, alguns grandes estilistas como Gianni Versace e Jean-Paul Gaultier lançaram espartilhos futuristas e que deviam ser usados, não como roupa de baixo, mas por fora, para serem mostrados.

Dos anos 90 até os dias de hoje, a lingerie, assim como a moda, não segue apenas um único estilo. Modelagens retrô, como os caleçons, convivem com as calcinhas estilo cueca. Os sutiãs desestruturados dividem as mesmas prateleiras com os modelos de bojo. Tecidos naturais, como o algodão, são vendidos nas mesmas lojas de departamento que os modelos com tecidos tecnológicos.

Panelas dão lugar à lingerie nas despedidas de solteira

A julgar pela nova mania entre as noivas, o chá de lingerie, a mulher está mais preocupada em ter um bom relacionamento com o marido do que esquentar a barriga no fogão.

Dando uma nova roupagem ao tradicional chá de panelas, no qual as amigas da noiva preparam uma festa para presentear a noiva com artigos para o novo lar, o chá de lingerie brinca com a sensualidade.

Os presentes, claro, são peças íntimas escolhidas pela própria noiva, no tamanho e cores que desejar. É uma despedida de solteira com mais sensualidade e muito bom humor.

Empresários do ramo de roupas íntimas e artigos eróticos contam que o chá de lingerie existe no Brasil há cerca de três anos, e a tendência é que o número de adeptas continue crescendo.

O chá de lingerie, para as mais ousadas, pode incluir artigos eróticos. São cremes para massagem, géis que proporcionam sensações de calor ou frio, dados com desenhos inspiradores e outras opções.

Chás de lingerie ganham cada vez mais adeptas

Chás de lingerie ganham cada vez mais adeptas

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