As mulheres estão usando mais fio dental. Você usa? Usaria?

Este é definitivamente um momento feliz para a lingerie brasileira. As mulheres estão mais soltas, mais desinibidas e, é claro, sensuais. Nessa balada vem crescendo o uso do fio dental.

Há modelos de fio dental para todos os gostos. Marcas como De Mel, MDK, Lanalis, Laniclê e 2 Rios, trazem modelos em algodão ou microfibras misturados às rendas e tules nos conjuntos de fio dental com sutiãs de bojo ou corseletes bordados.

Outras grifes, como Máscara e Monthal, apresentam o fio dental na versão lingerie noite, mais sofisticado, para ser usado por baixo de camisoles e robes ou corpetes e trabalhados na linha outwear.

O fio dental é um coringa. Não é vulgar, é sensual e não marca a roupa. O que acontece é que muitas mulheres dizem que não usam. Mas usam sim senhor. Além disso, a diversidade de detalhes é uma arma que seduz as consumidoras.

E por falar em seduzir, o que será que os homens pensam do fio dental? Você já perguntou pro seu marido ou namorado se ele gosta? Sei que tem vários “machistãos” que vão dizer: “gosto mas só em casa”. Ah faça-me um favor!!! Esse tempo já era.

Mas me diga: você usa fio dental? gostaria de usar?

Então dá uma olhada nas opções de fio dental da loja Estação Lua e escolha um pra você. E mostre pro seu marido.  Aposto que ele vai gostar.

Escolha um fio dental e mostre pro seu marido/namorado

Escolha um fio dental da Estação Lua e mostre pro seu marido/namorado

Mais que uma roupa de baixo

A escritora e pesquisadora Rosemary Hawthorne vê nas calcinhas algo mais que a função de cobrir as partes íntimas. Em seu estudo, ela constatou que a história desse lingerie conta também a evolução das mulheres na sociedade

Mulher fica mais linda ainda de lingerie

Mulher fica mais linda ainda de lingerie



Com quase dois séculos de espaço garantido no guarda-roupa das mulheres, a calcinha tem muita história para contar. Mesmo gerando muita polêmica ao longo dos anos, essa peça feminina se tornou uma das mais indispensáveis no vestuário.

Não é à toa que, depois de tantas críticas, a calcinha hoje esteja nos seus dias de glória, ganhando até publicação, como a da pesquisadora inglesa Rosemary Hawthorne. Seu livro “Por baixo do pano – A história da calcinha” acaba de ser lançado no Brasil.

Conhecida como Knicker Lady (Dama das calcinhas) no Reino Unido, a escritora é um dos destaques britânicos quando se trata de história da roupa íntima que, para ela, está diretamente relacionada ao progresso da mulher ocidental.

Rosemary conta, na publicação, que “não existe outro item do vestuário que tenha sido alvo de reações tão díspares ao longo de toda sua história – de rostos corados de constrangimento até risadas abertas e cheias de malícia – ou que seja capaz de despertar associações tão ambíguas”.

Até o século XVIII, calções ou ceroulas eram peças exclusivamente masculinas. E ai das moças que ousassem vesti-las! No mínimo, eram consideradas libertinas e imorais. Toda a vestimenta tida como necessária para as mulheres se resumia a saia longa, uma ou duas anáguas, corpete e uma camisola de linho.

Trajetória

Contudo, a Revolução de 1790, na França, simplificou o vestuário europeu, fazendo com que as mulheres trajassem vestidos mais sensuais e de cintura alta. Esses eram confeccionados em musselina e, por serem bem ventilados na parte inferior, tonou-se necessário criar uma peça de baixo.

Eis que surge a calcinha, ou melhor, sua ancestral! E o que antes de 1800 nenhuma mulher respeitável se permitia usar foi “liberado” para as damas mais importantes e antenadas com a vanguarda da moda. Diferente das atuais, o primeiro modelo era chamado de calção ou “pantaloon”. O formato era bem simples: abaixo dos joelhos ou até os tornozelos.

Tabu

Apesar de ter nascido em terras francesas, foi na Inglaterra que a calcinha se consolidou. Durante o período vitoriano, entre 1837 a 1901, elas se tornaram um imprescindíveis às damas de alto poder aquisitivo, já que possuiam altos preços e boa qualidade. Mas ainda não era comum se ouvir falar sobre a peça, um dos tabus da época.

Em meados do século XIX, os calções femininos ganharam grande importância, já que a moda passou a exigir saias cada vez mais volumosas e sustentadas por sobreposições compostas de muitas anáguas. A partir desse estilo, os chamados “miolos coloridos” se transformaram em tendência. Com ela, cores fortes (como roxo e vermelho intenso) e padronagens de xadrez se destacaram entre as escolhas que garantiam elegância e sensualidade às combinações da época.

A escritora relata ainda que, em 1880, “a calçola escarlate chegou a ser celebrada nos palcos na canção batizada de The Red Flanned Drawers Grandmother Wore (As calçolas de flanela vermelha que minha avó usava)”.

As semelhanças com as atuais começaram a aparecer somente depois da Primeira Guerra Mundial, na década de 1920, que, com seus conflitos, também afetou a mentalidade feminina. Nesse contexto, surge a mulher moderna, que não esconde o corpo. Pelo contrário, passa até a mostrá-lo mais. Desde então, as calcinhas só vêm adquirindo o formato específico para cada cultura e se adequando a diversos estilos.

Contemporânea

Fio-dental, tanga, string, calcinha alta, calça, biquíni acompanhados por bordados, estampas, apliques e desenhos. A infinidade de modelos existentes hoje no mercado só reforça a idéia de que, depois de algumas décadas, essa peça representa muito mais que um simples pano por baixo da roupa. “Interesse humano, humor, sex appeal e sem-número de possibilidades fashion a explorar”, explica.

O sucesso é tanto que agrada todos os gêneros, tanto homens quanto mulheres, claro. O primeiro estimula o uso e até compra para presentear a amada. Ela, por sua vez, só aumenta a fatia feminina que faz questão de variar nos tamanhos, cores, cortes, tendências e aplicações. Algumas mulheres até fizeram disso sua mania. Caso de Nicole (nome fictício) que percebeu o valor da calcinha, tornando-a até uma necessidade antes de considerá-la um mero adorno.

CALCINHA
“Por baixo do pano – a história da calcinha”
R$21,90
236 páginas
2009
MATRIX

O livro mostra desde os primeiros modelos de calcinha até as atuais com ilustrações e contexto histórico.

Antigamente lingerie era de renda ou algodão, branca, preta ou cor da pele

lingeries vermelhasFelizmente hoje tudo mudou e podemos encontrar peças variadas, lingeries para todos gostos, super confortáveis, lindas e sensuais. Atualmente, para todos nós que adoramos peças íntimas, o mercado está pulsando de novidades. As roupas íntimas já não são mais as mesmas. E como isso é bom! Designs diferenciados, modelos bacanas. E o conforto, claro, não fica de lado. Os materiais ganharam com a tecnologia. As rendas, que antes eram rígidas e ásperas, hoje são elásticas e macias. Os cetins também são flexíveis, e as peças vêm decoradas com fitinhas, laços e flores, brilhos de cristal, bordados, babados, correntinhas e pingentes e ainda aplicações de pedrarias luxuosas.

Nem só de detalhes são feitas as novas coleções, mas modelagens novas e estruturas que criam ou disfarçam volumes também entram na parada. Acompanhando a moda, o tomara-que-caia invandiu o universo da lingerie sofisticada e fica bem para seios pequenos (cuidado para não marcar). Os tops esportivos com detalhe de nadador nas costas são outra novidade. Os corselets e corpetes são uma boa solução para quem está mais barrigudinha. Pena que não tem muita opção para quem tem peito grande. Os fio dentais também já estão bem liberados e podem ser encontrados em materiais muito macios, que não machucam nada, podendo ser usados inclusive no dia-a-dia.

Luxo, voluptuosidade e sofisticação
A moral, já há um bom tempo, tem andado bem mais frouxa em relação aos hábitos sexuais e às fantasias de maneira geral. Vestir-se com lingerie bem sexy não é mais vulgar, as “boas moças” não têm mais que se vestir como santinhas na intimidade. Calçola de algodão, grandalhona e bege, adeus! As tendências do mercado buscam a sensualidade e hoje, mesmo aquelas que não têm um corpo perfeito dispõem de grande variedade de lingeries picantes e sexies. Sorte para todos nós!

O charme das roupas íntimas

Por Fátima Mourah

Lingeries sensuais Estação Lua

Lingeries sensuais Estação Lua

Maliciosa e sensual, às vezes pequena, quase inexistente ou mesmo diferente, a lingerie tem apresentado muitas tendências atualmente.

Um dos momentos excitantes de um relacionamento é quando a mulher tira suas roupas de cima para revelar uma nova identidade: o que veste por baixo. Ao mesmo tempo em que enfatiza a feminilidade, a lingerie pode dar uma indicação a respeito do lado sensual da personalidade da mulher.

A lingerie é a peça mais íntima do guarda-roupas feminino. Uma grande aliada para as mulheres e um fetiche para os homens. As lojas especializadas em lingeries são sempre atrativas para ambos.

Os homens sentem uma atração especial por essas roupas íntimas e reparam efetivamente naquelas que são utilizadas por suas parceiras. Lingeries bonitas mexem com a cabeça dos homens e são uma arma poderosa na sedução. Muitas mulheres reclamam que seus parceiros não notam a lingerie que elas colocaram pensando nele. Entretanto, a maioria dos homens afirma reparar na lingerie que a mulher usa. Mas tenha sempre em mente que os homens não são detalhistas como as mulheres. O que eles enxergam é o conjunto, não dão importância aos detalhes. Eles percebem se o conjunto está harmonioso ou não, se as peças caem bem e principalmente se valoriza seus pontos fortes, mas dificilmente reparam na sutileza como renda ou bordados.

Todos sabemos que o homem é um ser visual e o cérebro masculino precisa de variações, então nada melhor do que um arsenal completo e variado de lingeries, desde as mais comportadas em cores claras, até as mais ousadas e diferentes, passando por vários tons, transformando você em várias mulheres.

Muitas mulheres não dão atenção às peças íntimas que usam no dia a dia, principalmente se estão sozinhas. Muitas colocam peças que não combinam ou lingeries velhas que não valorizam seus pontos fortes. Preferem esperar um encontro para caprichar no visual íntimo.

Mulheres que têm um relacionamento estável, não se importam mais com as roupas de baixo, principalmente se brigarem com seus parceiros. Usam qualquer coisa de qualquer jeito. Esses são erros que deverão ser corrigidos. Usar lingeries bonitas e variadas no dia a dia faz muito bem para a auto-estima. Não há nada pior do que se olhar no espelho e ver uma figura nada atraente e pouco harmoniosa. Aprenda a usar lingeries bonitas por você, porque você merece o melhor. Portanto, declare guerra a tudo que a faz se sentir feia, ou seja, que desvalorize você.

Nada é menos sexy que aquelas calças imensas de cor bege e tecido bem fininho de malha. Quando se pensa em lingerie sexy, as cores que vêm à cabeça são preto e vermelho, e o modelo “Fio dental”. Mas na verdade, o modelo mais sensual é aquele que valoriza suas formas físicas (escondem o que desagrada você e valorizam o que você gosta no seu corpo). As mulheres têm corpos diferentes e por isso, devem usar peças que mais combinam com seu tipo físico.

Os tons também variam de mulher para mulher. A cor mais sexy é aquela que combina com seu tom de pele e a deixa mais bonita. Capriche também na hora de dormir. Use tecidos agradáveis ao toque. Você precisa se sentir bem e bonita, mesmo que você durma sozinha. Cuidar de você também nesta hora, valerá a pena.

Da próxima vez que comprar lingerie, escolha aquela que a fará se sentir poderosa. Escolha por você e para você. E quando ganhar uma lingerie de um homem, seja seu marido, namorado ou companheiro, não troque. O fato de ele lhe dar uma peça íntima significa que ele quer vê-la usando aquela lingerie. Aproveite a deixa e transforme seu guarda-roupa íntimo em um lugar cheio de variedade e ousadia.


Fátima Mourah
é “Personal Sexy Trainer”, professora de artes sensuais e autora dos livros “Sexo pra mulheres casadas” e “Sexo, amor e sedução”. Dá palestras e cursos de striptease, pompoarismo, pole dancing, como atingir o orgasmo e massagem erótica.

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